terça-feira, 28 de março de 2017

Garota fica paralisada do pescoço para baixo depois de tomar vacina contra HPV

Nota: Impressionante como eles ainda tentam mascarar e dizer que vale a pena esta vacina.
Nos últimos registros da família de Mia Blesky, de 12 anos, do Reino Unido, a garota aparece de pé, concentrada, enquanto segurava um microfone e cantava uma canção, uma das suas atividades favoritas. Mas o sonho de ser cantora precisou ser adiado: depois de receber uma vacina contra o vírus HPV, suas pernas pararam de responder, e em poucos dias ela ficou paralisada do pescoço para baixo.

O HPV é um vírus capaz de causar infecções sexualmente transmissíveis que podem resultar em verrugas genitais e câncer cervical. A vacina , conhecida como Gardasil, é oferecida rotineiramente para garotas entre 12 e 13 anos. Mas, no dia seguinte que Mia recebeu a imunização na escola, ela sentiu suas pernas ficarem pesadas, seus pés estavam trêmulos e um ardor na coluna. Depois disso, sua vida mudou completamente.

Para os familiares da estudante, é claro que o que deixou a garota, até então saudável, dessa maneira foi uma reação à polêmica vacina contra o HPV que ela havia tomado dias antes. No entanto, os médicos do A & E no Royal Berkshire Hospital, para onde ela foi levada, afirmam que o problema da adolescente é psicológico.

A família tem registros de como a saúde de Mia se deteriorou rapidamente. No início, logo após a injeção, ao tentar andar, suas pernas pareciam não aguentar o peso do corpo e ela não conseguia dar pequenos passos. Com o tempo, a situação foi piorando e hoje ela não consegue nem sair da cama sem ajuda.

A mãe de Mia, Gini, disse que está desesperada para que algum médico possa afirmar que o problema de sua filha não é psicológico. "Ela deixou de ser alguém que cantava, pulava e dançava e agora só consegue piscar e falar.”

Ainda segundo Gini, quando a estudante deu entrada no hospital, os médicos disseram o que a menina tinha era uma forma de automutilação, que podia estar associada a problemas de depressão, bullying ou até de sexualidade. "Depois de alguns dias eles lhe deram alta e não receitaram nenhum tratamento. Tivemos que comprar uma cadeira de rodas, e eu estou cuidando dela praticamente sozinha”, contou a mãe.

Atualmente, ela está passando por sessões de fisioterapia. Além da paralisia, Mia ficou incontinente, não consegue ingerir alimentos e sofre espasmos involuntários.
Polêmica da vacina

Atualmente, há uma estimativa de que doenças causadas pelo HPV matam 1.000 pessoas anualmente no Reino Unido, mas os médicos afirmam que cerca de 400 vidas são salvas a cada ano por conta da campanha de vacinação em adolescentes.

Entretanto, muitas mulheres relatam ter desenvolvido uma síndrome da fadiga crônica depois de terem sido imunizadas.

As autoridades de saúde em todo o mundo, incluindo a Organização Mundial de Saúde, têm revisado a vacina e concluíram que é segura. O Medicines and Healthcare products Regulatory Agency e a Saúde Pública da Inglaterra disseram que a prevenção contra o HPV é a maneira mais eficaz para proteger contra o câncer cervical e outras doenças causadas pelo vírus, que mata 900 mulheres do Reino Unido a cada ano.

Fonte: http://saude.ig.com.br/2017-03-27/vacina-contra-hpv-deixa-garota-sem-andar.html

sexta-feira, 24 de março de 2017

Justiça indeniza família de pedreiro que morreu 5 meses após receber vacina

Nota: Esta notícia é um pouco antiga, porém pertinente divulgação. 
Claudinei Saggin foi vacinado durante campanha em 2009 para conter surto de febre amarela no RS

O Tribunal Regional Federal do Rio Grande do Sul condenou a União, o Estado e o município de Marau a pagar solidariamente uma indenização de 300 salários mínimos (R$ 203 mil em valores atuais) por danos morais, R$ 3,6 mil por danos materiais, além de uma pensão de 1 salário mínimo para mãe e filho, por conta da morte do marido 5 meses após ele tomar vacina contra febre amarela. Cabe recurso.

Em outra ação, a Justiça também determinou o pagamento de indenização por dano moral de 200 salários mínimos (R$ 135 mil) a cada um dos pais e de 100 salários mínimos (R$ 67,8 mil) a cada um dos dois irmãos da vítima. Também cabe recurso.

O pedreiro Claudinei Saggin, que na época tinha 33 anos, foi com a mulher Maria José e o filho Gabriel, de 7 anos, tomar a vacina em uma campanha convocada pelo governo em 2009 por conta de um surto de febre amarela que atingia a região. Na época, 3,6 milhões de pessoas foram vacinadas no Estado, com 6 casos de reação autoimune. Só o de Saggin evoluiu para morte.

Ele desenvolveu síndrome de Guillain-Barré, doença autoimune caracterizada por uma reação inflamatória exagerada que atinge o sistema nervoso periférico (que atua nos membros superiores, inferiores, tórax e abdome).

A inflamação acarreta perda de força muscular até atingir a musculatura respiratória. Os sinais iniciais são dormência e fraqueza nas pernas e braços, dificuldade para respirar e engolir. Em Saggin, eles surgiram 5 dias após ele tomar a vacina.

Num primeiro momento, Saggin foi apenas medicado. Os sintomas pioraram e ele recebeu o diagnóstico clínico de Guillain-Barré, o que foi confirmado com exames específicos após ele ser encaminhado para um hospital regional, em Passo Fundo.

O pedreiro ficou meses internado no Centro de Terapia Intensiva, com progressiva perda muscular. Maria José abandonou o emprego para cuidar do marido, que morreu após três paradas cardiorrespiratórias.

Ainda não se conhece a causa específica da síndrome. Uma das hipóteses é que a infecção aciona o sistema de defesa do organismo para produzir anticorpos de maneira exagerada. Por isso, a vacina contra a febre amarela, assim como qualquer outra, pode ser uma possível causa.

Caso raro. "A síndrome ocorre geralmente após infecção, cirurgia ou vacinação. Os casos mais comuns acontecem após a vacina contra gripe, varicela, sarampo, antirrábica e hepatite. A de febre amarela é menos comum", diz Marcos Raimundo de Freitas, professor de neurologia da Universidade Federal Fluminense (UFF).

Produzida em Biomanguinhos/Fiocruz há mais de 70 anos, a vacina de febre amarela é exportada para vários países. Reinaldo Martins, consultor científico da unidade, diz que a doença é gravíssima, com taxa de letalidade próxima de 50%.

"A Amazônia e parte do Centro-Oeste são áreas endêmicas. O vírus circula nas florestas e isso é impossível controlar. A única forma de evitar é a vacina, senão seria uma tragédia", diz.

Martins diz ainda que não há nenhum estudo na literatura científica que sustente a associação da vacina contra febre amarela ao aparecimento de doença autoimune. "A síndrome (Guillain-Barré) pode aparecer com ou sem vacina. A vacina contra a febre amarela é questão de saúde pública fundamental para manter a doença sob controle", diz.

"Há uma resistência geral em associar a síndrome à vacina. Essa é a tese da defesa. Mas apresentamos laudos de uma junta médica que acusaram a ocorrência da síndrome por causa da vacina", diz o advogado Vitor Hugo Oltramari, que representa Maria José.

Freitas, da UFF, concorda. "Se ele (Saggin) foi vacinado até 30 dias antes e teve Guillain-Barré, tem de relacionar. Não há dúvida."

O Ministério da Saúde e o governo gaúcho ainda não foram intimados da decisão. O ministério informou que a vacina é segura e que, na época, o caso de Saggin foi estudado pelo Comitê Institucional de Farmacovigilância de Vacina e a análise não chegou a um resultado conclusivo: não confirmou nem descartou a associação da síndrome à vacina. A reportagem não conseguiu contato com a Prefeitura de Marau.

terça-feira, 21 de março de 2017

Vacinação falha em 2016 ajudou a espalhar febre amarela, admite Ministério

Um grande número de municípios com baixa proporção de pessoas vacinadas foi um dos fatores que aumentou a dimensão do surto de febre amarela no país, avalia informe do Ministério da Saúde divulgado nesta segunda-feira (20).

"Este fato pode ter contribuído para a rápida expansão da doença, contribuindo para a disseminação para as áreas sem recomendação de vacinação, expandindo para municípios do Estado do Rio de Janeiro e Espírito Santo", diz o relatório.

No período de dezembro de 2016 até 17 de março de 2017, foram notificados ao Ministério da Saúde 1.561 casos suspeitos de febre amarela silvestre, desses, 850 (54,8%) casos permanecem em investigação, 448 (28,7%) casos foram confirmados e 263 (16,9%) foram descartados. Destes, são 144 mortos e mais 110 em investigação. A taxa de letalidade entre os casos confirmados foi de 32,2%

Em Minas Gerais, onde o surto começou, 533 cidades deveriam ter 95% de sua população vacinada como forma de proteção contra a febre amarela. No entanto, em 2016, 253 deles ou 47,4% tinha uma cobertura abaixo de 50% de pessoas vacinadas. Municípios entre 50% a 94,9% de cobertura representavam 47,8% e os com 95% de cobertura eram apenas 25 municípios, ou 4,7%.

Em 2017, o número de cidades com vacinação abaixo de 50% caiu para 6,75% em Minas Gerais. Os municípios entre 50% e 94,9% ficaram em 57,8% e os com 95% ou mais de cobertura ficam em 108 municípios, ou 35,5%.

Dos cinco Estados em surto, Espírito Santo e Rio de Janeiro iniciaram a vacinação em 2017, pois antes não havia recomendação de vacinação para essas áreas.

Dos 125 municípios de São Paulo, 118 já tinham recomendação para vacinar a população. Em 2016, os municípios com menos de 50% da população vacinada contra a febre amarela era de 9,6%; os que tinham de 50% a 94,9% da população vacinada somavam 64% e os com 95% ou mais de cobertura eram 26,4%. Já em 2017, em 44 municípios, ou 35,2%, a cobertura foi maior que 95%.

Na Bahia, havia recomendação de vacinação para 35 municípios. Destes, 25,7% estava com menos de 50% da população vacinada em 2016. Os outros 74,3% tinham 50% a 94,9% da população vacinada e nenhum município alcançou mais de 95% de cobertura vacinal contra a febre amarela. Em 2017, apenas 2 municípios, ou 5,7%, tinham menos de 50% da população vacinada.

Os dados são preliminares. Segundo o Ministério da Saúde, os Estados estão priorizando a vacinação.

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Mãe obrigada a vacinar filho no Brasil diz ter se sentido coagida por hospital

Bebê nascido em Rio Preto (SP) foi vacinado após ordem judicial.
Mãe queria vacinar na Bélgica; hospital nega ter coagido a paciente

A mãe do bebê que nasceu na Santa Casa de São José do Rio Preto (SP) e foi obrigada pela Justiça a vaciná-lo no Brasil disse, em entrevista ao G1 nesta quinta-feira (25), ter se sentido coagida pelo hospital. O marido dela, que é natural da Bélgica, queria vacinar o filho naquele país, mas a Justiça não permitiu. A assessoria de imprensa da Santa Casa nega que o hospital tenha constrangido ou coagido a paciente. A assessoria informou ainda que o hospital apenas se resguardou e seguiu as leis do Brasil.

A ordem veio da Justiça da Infância e da Juventude da cidade, na terça-feira (23), após a Santa Casa da cidade, onde o bebê nasceu, informar para a promotoria da Infância e Juventude que os pais não queriam vaciná-la. "Meu marido é conselheiro tutelar na Bélgica e sabemos da importância das vacinas. O problema foi a forma como agiram com a gente. Não tivemos direito a escolha nenhuma. Gostaria de ter dado as vacinas na rede particular, mas nem isso pude fazer", reclama Mariana Buosi de Marchi, de 31 anos.

Mariana afirma que teve de ir à Santa Casa por uma questão de urgência, por ser o hospital mais perto da casa dela. "Eu ia ter parto normal em casa, mas não tive dilatação suficiente e, inclusive por querer o melhor para o meu filho, aceitei fazer uma cesárea, mesmo sendo contra", diz.

Mariana conta que veio ao Brasil para visitar os pais e, como soube que havia bons médicos na cidade, resolveu ter o bebê em Rio Preto. Ela diz que gostaria de seguir o calendário de vacinação da Bélgica, mas, ao ser informada sobre a obrigatoriedade da vacinação no Brasil, argumentou que gostaria de receber mais informações sobre as vacinas.

"O governo belga havia nos orientado a procurar o consulado para sabermos quais as vacinas deveríamos dar ou não no Brasil, mas o hospital não nos deixou sair de lá para buscarmos essas orientações. Coagiram a gente, colocaram eu e meu marido, que não fala português, em uma sala com sete pessoas. Falaram dessa multa de R$ 5 mil por dia (estipulada pela Justiça) e que iam vacinar meu filho de qualquer jeito por ordem do juiz. Então, me senti totalmente constrangida e coagida", afirma.

Mariana garante que ela e o marido não são contra vacinação e que, inclusive, pagou para o marido tomar a vacina contra coqueluche. "Fomos atrás desta vacina no Sistema Único de Saúde (SUS) e como não davam esta vacina em homens pagamos para ele tomá-la. Com isso quero dizer que não somos contra dar vacinas, a gente simplesmente queria obter mais informações antes de vacinar meu filho."

Segundo Mariana, ela e o marido vão registrar o filho e vão embora para a Bélgica no dia 20 de março. A assessoria de imprensa do hospital disse que a mãe não queria ouvir as explicações da Santa Casa e, por isso, ela foi orientada a ir até o Fórum caso quisesse obter mais informações sobre a ação judicial que obrigava o casal a vacinar a criança.

No hospital, o bebê tomou duas vacinas, uma contra hepatite B e outra contra a tuberculose (BCG). A mãe diz que o filho não receberá mais nenhuma vacina até ir para a Bélgica. "A única vacina obrigatória na Bélgica é a da poliomielite e até os 3 anos de idade os pais têm a escolha de vacinar ou não os filhos, apesar de eles orientarem as mães a seguir o calendário. Mas não comparo a Bélgica com o Brasil, até acho que estão corretos em exigirem a vacinação no Brasil. Só que eu queria ter tido a oportunidade de ter recebido mais informações, nosso bebê não fazia parte de um grupo de risco, a gente só fica em casa."

Entenda o caso
Depois de uma determinação judicial, o filho de Mariana foi vacinado, na manhã de quarta-feira (24). A ordem veio da Justiça da Infância e da Juventude da cidade, na terça-feira (23), após a Santa Casa da cidade, onde o bebê nasceu, informar para a promotoria da Infância e Juventude que os pais não queriam vaciná-la.

O juiz Evandro Pelarin determinou que a carteira de vacinação do bebê seja mantida atualizada enquanto ele estiver no Brasil, já que esta é uma determinação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Decisão foi do juiz Evandro Pelarin (Foto: Reprodução/ TV TEM)

http://g1.globo.com/sao-paulo/sao-jose-do-rio-preto-aracatuba/...

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Eficácia da vacina da gripe é questionada

Por Dr. Mercola

A temporada da gripe está chegando e, com ela, os lembretes constantes de tomar a vacina. Isso acontece apesar do fato de a investigação crescente indicar que essa abordagem de prevenção da gripe pode ser má ideia para a saúde em longo prazo e que ela, na verdade, não funciona.
Em dezembro de 2015, uma análise do Centro de controle e prevenção de doenças (CDC) sobre a eficácia da vacina da gripe revelou que, entre 2005 e 2015, sua eficácia foi inferior a 50% em mais da metade do tempo.

Vacina da gripe segue errando o alvo

Na temporada de 2004/2005, a vacina da gripe foi 10% eficaz. Em outras palavras, ela falhou em 90% do tempo. Durante a temporada de 2012/2013, a vacina sazonal da gripe apresentou 56% de eficácia em todas as faixas etárias, mas somente 9% de eficácia nos idosos.
O índice de eficácia da vacina em 2014/2015 despencou para apenas 18%; 15% entre as crianças de 2 a 8 anos, além disso, a vacina Fluzone, que oferece QUATRO VEZES a dose normal do antígeno, mostrou reduzir o risco de gripe entre idosos em apenas 24% em comparação à vacina de dose padrão.
Sem se abalar com esses índices de falha gigantescos, o CDC expressou plena confiança na vacina de 2015/2016. Em setembro de 2015, o diretor do CDC, Tom Frieden, afirmou:
"Vacine-se…essa é a melhor maneira de proteger você, sua família e sua comunidade contra a gripe".
Na temporada de 2015/2016, a vacina injetável da gripe acabou tendo 63% de eficácia.
No entanto, a vacina popular nasal da gripe com o vírus vivo não se saiu tão bem.
Agora, no outono, não se surpreenda se a pressão aumentar um pouco mais, já que as autoridades de saúde temem a recomendação do CDC para evitar o spray nasal (FluMist) este ano, devido à evidência de que ele falhou em oferecer qualquer proteção às crianças por três anos seguidos.
"Estamos preocupados que as taxas de vacinação possam ser mais baixas este ano porque o spray não está disponível", disse Frieden ao The Washington Post.

O que a ciência recente diz sobre a vacinação anual contra a gripe

Parece que não importa o baixo nível de eficácia da vacina da gripe, o chamado para vacinar-se continua. Mas tomar a dose anual da vacina é realmente "a melhor maneira" de se proteger contra a gripe? As pesquisas geralmente contam uma história diferente. Por exemplo, estudos recentes mostraram que:
  • A cada vacinação anual sucessiva da gripe, a proteção oferecida pela vacina parece diminuir. Uma pesquisa publicada em 2013 concluiu que a proteção induzida pela vacina contra a gripe foi a maior possível entre as pessoas que NÃO haviam recebido a vacina nos cinco anos anteriores.
  • A vacina também pode aumentar seu risco de contrair outras infecções de gripe mais graves.
    • Dados mostram que as pessoas que receberam a vacina da gripe da temporada, em 2008, tiveram duas vezes o risco de contrair a "gripe suína" H1N1 em comparação àquelas que não receberam.
    • Em comparação com as crianças que não recebem a vacina anual da gripe, as que receberam tiveram risco três vezes maior de hospitalização devido à gripe.
  • As estatinas, tomadas por uma em cada quatro pessoas acima de 45 anos, podem prejudicar a capacidade do sistema imunológico de responder à vacina da gripe. 

    Depois da vacinação, a concentração de anticorpos foi 38% a 67% menor em usuários de estatina com mais de 65 anos, em comparação a não usuários de estatina da mesma idade. A concentração de anticorpos também foi menor nas pessoas mais jovens que tomavam estatina.
  • Análises científicas independentes também concluíram que a vacina não parece evitar a gripe ou suas complicações. 

    A vacina da gripe não parece evitar doenças semelhantes à gripe associadas a outros tipos de vírus responsáveis por cerca de 80% de todas as infecções respiratórias ou gastrointestinais durante qualquer temporada de gripe.

Precisamos de estudos que "não podem" ser feitos nos EUA

Apesar do acúmulo de dados científicos CONTRA a eficácia da vacina da gripe, diversas autoridades de saúde insistem que as evidências "não são claras". Por exemplo, veja o Dr. Wilbur Chen, especialista em doenças infecciosas na Faculdade de Medicina da Universidade de Maryland.
Em resposta às descobertas canadenses de que a eficácia da vacina da gripe diminui com a aplicação repetida, ele afirmou que "isso não foi reproduzido pelo CDC nos EUA".
O que Chen não falou foi que estudos clínicos comparando os resultados de saúde das pessoas que recebiam vacinas anuais da gripe com aquelas que permaneciam sem tomar a vacina não podem ou não serão feitos nos Estados Unidos pelo simples fato de que os Estados Unidos recomendam que todos sejam vacinados todos os anos. Conforme informado pela STAT News:
"Devido a essa política, não seria ético para os pesquisadores exigir aleatoriamente que algumas pessoas abdicassem da vacina por alguns anos. Mas os especialistas de outros lugares, inclusive Hong Kong, onde a gripe circula durante o ano todo, estão tentando angariar fundos para realizar um estudo amplo e de vários anos".

FluMist falha em proteger por três anos consecutivos

Cerca de um terço das vacinas anuais da gripe administradas às crianças nos Estados Unidos incluíram o spray nasal do vírus vivo FluMist, que vários pediatras adoram por não ter uma agulha.
Nos últimos anos, tanto o CDC quando a Academia Americana de Pediatria (AAP) chegaram a dizer que a versão do spray nasal do vírus vivo era a vacina preferida da gripe para crianças saudáveis entre 2 e 8 anos, pois dados iniciais sugeriam que ela funcionava melhor neles do que a vacina injetada sem o vírus ativo.
As crianças recebiam duas doses para inalar, inicialmente, de modo que, teoricamente, elas reforçariam a imunidade rapidamente. Mas a vacina da gripe do spray nasal tornou-se agora um desastre de proporções épicas. Durante a temporada da gripe de 2015/2016, o índice de falha foi de 97%.

Vacinas do vírus vivo podem transmitir a gripe

Embora a decisão do CDC de retirar o FluMist do mercado americano seja baseada na falta de eficácia, existem outras considerações importantes ao pensar no uso de uma vacina com o vírus vivo. A vacina injetável da gripe é uma vacina inativada enquanto o spray nasal contém o vírus vivo, embora atenuado.
A função do vírus atenuado é estimular o sistema imunológico a combater doenças sem causar sintomas clínicos de doenças graves.
No entanto, quando você recebe uma vacina com um vírus vivo atenuado, você compartilha o vírus da cepa da vacina nos fluidos corporais — assim como quando você contrai uma infecção viral e compartilha o vírus nos fluidos corporais. Portanto, depois de receber uma vacina com o vírus vivo, você pode compartilhar de modo assintomático e transmitir o vírus da cepa da vacina a outras pessoas, inclusive pessoas com sistema imunológico comprometido, nas quais a infecção com o vírus pode causar complicações graves.
As vacinas com o vírus vivo atenuado também podem afetar a evolução dos vírus, que estão constantemente se recombinando entre si, pois os vírus vivos da cepa da vacina são liberados no ambiente, onde podem ocorrer mais mutações.

Vacina da gripe é associada a deficiências graves

Toda vacina carrega um risco de lesão ou morte que pode ser maior para algumas pessoas, e o possível risco de sofrer complicações da vacina da gripe que resultem em deficiências permanentes, como a paralisia da Síndrome de Guillain-Barré, é um risco que você precisa levar em conta toda vez que recebe a vacina da gripe.
Embora a morte e deficiência completa causadas por complicações da vacina da gripe sejam algo raro, complicações graves e morte causadas pela própria gripe também são relativamente raras, principalmente nas pessoas com sistemas imunológicos saudáveis.
Portanto, é sábio considerar o risco de um possível efeito colateral enfraquecedor causado pela vacina associado à maior probabilidade de passar uma semana na cama recuperando-se da gripe. A maioria das mortes atribuídas à gripe é, na verdade, devido a complicações que resultam em pneumonia bacteriana e, diferentemente dos séculos anteriores, ela é tratada atualmente com procedimentos médicos avançados.
Conforme observado anteriormente pelo Dr. Mark Geier, que também é doutor em genética e passou 10 anos da sua carreira no Instituto Nacional de Saúde (NIH), a Síndrome de Guillain-Barré é um efeito colateral reconhecido da vacina da gripe. Inclusive já em 2003, o CDC reconheceu que a vacina da gripe causa um adicional de 1,7 casos da síndrome a cada 1 milhão de pessoas vacinadas.
Quando a vacina tem uma eficácia máxima de, digamos, 10 a 20%, o risco de reação a essa vacina é significativo, mesmo que raro, pois a probabilidade de realmente ser beneficiado pela vacina é muito pequena em termos de proteção contra a gripe.
Dados do Departamento americano de saúde e serviços humanos (DHHS) mostram que a Síndrome de Guillain-Barré é o principal dano pelo qual as pessoas estão sendo indenizadas por lesões causadas por vacina, e a vacina da gripe é a vacina mais comum citada pelos adultos que buscam direitos de indenização por tais danos.
Geier também observa que: a) o número de mortes causadas pela gripe fica na casa das centenas, e não milhares, todos os anos (e certamente nada próximo às 36.000 mortes citadas com tanta frequência), tornando-a uma doença de baixo risco contra a qual se deve vacinar, e b) as vacinas da gripe deveriam ser comercializadas como vacinas experimentais, já que sua natureza de constante mutação significa que não podem atender aos requisitos de eficácia e segurança das vacinas.

As vacinas e seu sistema imunológico

Alguns componentes das vacinas, como o timerosal (conservante de mercúrio) e adjuvantes de alumínio, são neurotóxicos e podem diminuir a imunidade e a função cerebral
As vacinas podem provocar reações alérgicas ao introduzir moléculas grandes de proteínas estranhas no corpo que não foram decompostas adequadamente pelo trato digestivo (uma vez que são injetadas)
Os vírus de vacinas alteradas em laboratório podem prejudicar ainda mais a resposta imunológica
As vacinas podem alterar a função da célula T, provocando doenças crônicas
O DNA/RNA estranhos de tecidos de animais podem causar estragos no seu corpo e provocar a autoimunidade em algumas pessoas
A vacina da gripe pode representar um risco imediato ao sistema cardiovascular, causando anormalidades na função arterial e oxidação LDL que pode persistir por pelo menos duas semanas

Como se proteger contra a gripe sem a vacina

Felizmente, existem medidas proativas que você pode tomar para evitar ficar doente durante a temporada da gripe que não exigem tomar a vacina todos os anos. Seguindo estas orientações simples, é possível manter o sistema imunológico em ótimo funcionamento e reduzir bastante a probabilidade de contrair a infecção ou, se você ficar doente, estará mais bem preparado para atravessá-la sem complicações.
Melhore seus níveis de vitamina D. Essa é uma das melhores estratégias para evitar infecções de todos os tipos, e a pesquisa indica que a deficiência de vitamina D pode, na verdade, ser a verdadeira culpada pela sazonalidade da gripe — e não o próprio vírus.
Aumentar o nível terapêutico de vitamina D de 40 para 60 nanogramas por mililitro (ng/ml) é provavelmente a providência mais importante e menos cara que você pode tomar para evitar a gripe.
Evite açúcar e alimentos processados. O açúcar prejudica a função do sistema imunológico quase que imediatamente, e um sistema imunológico saudável é um dos segredos mais importantes para combater vírus e outros invasores patogênicos.
Descanse o suficiente. Assim como é difícil realizar as tarefas diárias quando você está cansado, se seu corpo estiver exausto, será mais difícil combater a gripe.
Controle o estresse. Quando o estresse fica muito alto, o corpo torna-se menos capaz de combater a gripe e outras doenças. Se você acha que o estresse está prejudicando a sua saúde, considere o uso de uma ferramenta psicológica de energia como a Técnica de Liberação Emocional (EFT), notavelmente eficaz no alívio do estresse associado a todos os tipos de situações, do trabalho à família ou traumas.
Pratique exercícios físicos. Quando você se exercita, aumenta a circulação e o fluxo sanguíneo em todo o corpo. Os componentes do sistema imunológico também circulam melhor, o que significa que o sistema imunológico tem mais chances de localizar uma doença antes que ela se espalhe.
Consuma ômega 3 de origem animal. Aumente o consumo de gorduras saudáveis e essenciais como o ômega 3 encontrado no óleo de krill, que é fundamental para manter a saúde. Evite também os óleos danificados de ômega 6 e as gorduras trans encontradas nos alimentos processados, pois elas prejudicam a resposta imunológica.
Lave as mãos. Lavar as mãos diminui a probabilidade de transmitir o vírus para o nariz, boca ou outras pessoas. No entanto, sabonetes antibacterianos são totalmente desnecessários e causam muito mais danos do que benefícios. Em vez deles, use um sabonete suave livre de toxinas e água morna.
Use produtos naturais de reforço de imunidade. Entre alguns exemplos estão a prata coloidal, óleo de orégano e alho. Eles possuem potente atividade antibiótica, melhorando a capacidade do corpo de se defender contra bactérias nocivas, vírus e protozoários. Diferentemente dos antibióticos farmacêuticos, eles não parecem causar resistência.
Evite hospitais. Por último, mas não menos importante, recomendo evitar ir a hospitais a menos que você tenha uma emergência e precise de tratamento médico especializado. Os hospitais são o principal terreno de surgimento de infecções de todos os tipos. O melhor lugar para repousar e recuperar-se de uma doença que não seja perigosa é geralmente o conforto do próprio lar.
Via: http://portuguese.mercola.com/sites/articles/archive/2016/11/01/vacinacao-gripe.aspx

Referências

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3 CDC, December 18, 2015 Seasonal Influenza Vaccine Effectiveness 2005-2015
4 N Engl J Med. 2014 Aug 14;371(7):635-45.
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8, 22 STAT News November 11, 2015
9 Clinical Infectious Diseases 2014; 59 (10): 1375-1385
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26 MMWR January 24, 2003; 52(ss01): 1-24
27 Health Impact News March 6, 2014
28 Annals of Medicine 2007, 39(5):392-9

Como se proteger contra a gripe sem a vacina

por Dr. Mercola

Felizmente, existem medidas proativas que você pode tomar para evitar ficar doente durante a temporada da gripe que não exigem tomar a vacina todos os anos. Seguindo estas orientações simples, é possível manter o sistema imunológico em ótimo funcionamento e reduzir bastante a probabilidade de contrair a infecção ou, se você ficar doente, estará mais bem preparado para atravessá-la sem complicações.
Melhore seus níveis de vitamina D. Essa é uma das melhores estratégias para evitar infecções de todos os tipos, e a pesquisa indica que a deficiência de vitamina D pode, na verdade, ser a verdadeira culpada pela sazonalidade da gripe — e não o próprio vírus.
Aumentar o nível terapêutico de vitamina D de 40 para 60 nanogramas por mililitro (ng/ml) é provavelmente a providência mais importante e menos cara que você pode tomar para evitar a gripe.
Evite açúcar e alimentos processados. O açúcar prejudica a função do sistema imunológico quase que imediatamente, e um sistema imunológico saudável é um dos segredos mais importantes para combater vírus e outros invasores patogênicos.
Descanse o suficiente. Assim como é difícil realizar as tarefas diárias quando você está cansado, se seu corpo estiver exausto, será mais difícil combater a gripe.
Controle o estresse. Quando o estresse fica muito alto, o corpo torna-se menos capaz de combater a gripe e outras doenças. Se você acha que o estresse está prejudicando a sua saúde, considere o uso de uma ferramenta psicológica de energia como a Técnica de Liberação Emocional (EFT), notavelmente eficaz no alívio do estresse associado a todos os tipos de situações, do trabalho à família ou traumas.
Pratique exercícios físicos. Quando você se exercita, aumenta a circulação e o fluxo sanguíneo em todo o corpo. Os componentes do sistema imunológico também circulam melhor, o que significa que o sistema imunológico tem mais chances de localizar uma doença antes que ela se espalhe.
Consuma ômega 3 de origem animal. Aumente o consumo de gorduras saudáveis e essenciais como o ômega 3 encontrado no óleo de krill, que é fundamental para manter a saúde. Evite também os óleos danificados de ômega 6 e as gorduras trans encontradas nos alimentos processados, pois elas prejudicam a resposta imunológica.
Lave as mãos. Lavar as mãos diminui a probabilidade de transmitir o vírus para o nariz, boca ou outras pessoas. No entanto, sabonetes antibacterianos são totalmente desnecessários e causam muito mais danos do que benefícios. Em vez deles, use um sabonete suave livre de toxinas e água morna.
Use produtos naturais de reforço de imunidade. Entre alguns exemplos estão a prata coloidal, óleo de orégano e alho. Eles possuem potente atividade antibiótica, melhorando a capacidade do corpo de se defender contra bactérias nocivas, vírus e protozoários. Diferentemente dos antibióticos farmacêuticos, eles não parecem causar resistência.
Evite hospitais. Por último, mas não menos importante, recomendo evitar ir a hospitais a menos que você tenha uma emergência e precise de tratamento médico especializado. Os hospitais são o principal terreno de surgimento de infecções de todos os tipos. O melhor lugar para repousar e recuperar-se de uma doença que não seja perigosa é geralmente o conforto do próprio lar.

Referências

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2 CDC, December 21, 2015 Influenza Vaccine Effectiveness: How Well Does the Flu Vaccine Work?
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17 FDA. 94th Meeting of Vaccines and Related Biological Products Advisory Committee Transcript. Feb. 20, 2003
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19 CDC 2014-2015 Influenza Season Week 51 Ending December 20, 2014
20 JAMA Intern Med 2013; 173(11): 1014-1016
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25 NVIC. The Emerging Risks of Live Virus and Virus Vectored Vaccines: Vaccine Strain Virus Infection, Shedding and Transmission. November 2014
26 MMWR January 24, 2003; 52(ss01): 1-24
27 Health Impact News March 6, 2014
28 Annals of Medicine 2007, 39(5):392-9

Nutricionista oncológica expõe fraude em estudo do CDC sobre eficácia da vacina contra HPV


por Dr. Mercola
Existem atualmente duas vacinas contra HPV no mercado, mas se houvesse verdadeiro embasamento científico, nenhuma das duas seria tão promovida como são atualmente. A primeira, Gardasil, obteve licença do órgão americano FDA (Food and Drug Administration) em 2006. Agora ela é recomendada como vacinação de rotina para meninas e mulheres entre 9 e 26 anos nos Estados Unidos.
Em 25 de outubro de 2011, o Comitê consultor de práticas de imunização do Centro americano de controle e prevenção de doenças (CDC) também decidiu recomendar a administração da vacina contra HPV para homens entre 11 e 21 anos. A segunda vacina contra HPV, Cervarix, foi licenciada em 2009.
Recentemente, uma nutricionista oncológica indicou grandes discrepâncias em um novo estudo sobre a eficácia da vacina contra HPV publicado no periódico Journal of Infectious Diseases, que avaliou dados das Pesquisas Nacionais de Exame Nutricional e Saúde (NHANES), de 2003 a 2006 e de 2007 a 2010.
O estudo indicou que a administração da vacina contra HPV entre as meninas jovens nos Estados Unidos tem sido baixa, mas concluiu que:
"Quatro anos depois da introdução da vacina, a prevalência do HPV do tipo presente na vacina caiu entre as mulheres com14 a 19 anos apesar do baixo uso da vacina. A eficácia estimada da vacina foi alta".

Avaliação do impacto geral da vacina contra HPV

Em seu artigo, Sharlene Bidini, nutricionista oncológica, indica que a conclusão do estudo foi baseada em 740 meninas, das quais somente 358 eram sexualmente ativas, e dessas, somente 111 receberam pelo menos uma dose da vacina contra HPV. Basicamente, a grande maioria não estava vacinada e praticamente metade não apresentava risco de contrair HPV uma vez que não eram sexualmente ativas.
"Se os autores do estudo estavam tentando descobrir a eficácia da vacina, por que eles incluíram meninas que não haviam recebido nenhuma dose da vacina contra HPV ou que informaram não ter relações sexuais?" indaga ela.
"A tabela 1 do artigo do periódico compara 1.363 meninas entre 14 e 19 anos do período pré-vacina (de 2003 a 2006) com todas as 740 meninas do período pós-vacina (de 2007 a 2010) independentemente do histórico sexual ou estado de imunização".
No período pré-vacina, estimou-se que 53% das meninas sexualmente ativas entre 14 e 19 anos tinham HPV. Entre 2007 e 2010, a prevalência geral do HPV na mesma população caiu um pouco mais que 19% para uma prevalência geral de quase 43%.
Conforme indica Bidini, NÃO se pode alegar que essa queda na prevalência de HPV foi devida à eficácia das vacinações contra HPV. Pelo contrário, os dados mostram claramente que foram as meninas não vacinadas nesse grupo que mostraram o melhor resultado!
"De 2007 a 2010, a prevalência geral do HPV era de 50% nas meninas vacinadas (de 14 a 19 anos), mas de somente 38,6% nas meninas não vacinadas da mesma idade.
Sendo assim, a prevalência do HPV caiu 27,3% nas meninas não vacinadas, mas somente 5,8% no grupo vacinado. Em quatro de cada cinco medidas diferentes, as meninas não vacinadas apresentaram menor incidência de HPV", afirma ela.
Além disso, em um só caso em que as meninas não vacinadas tiveram prevalência de HPV 9,5% maior, uma nota informava que o erro padrão relativo era maior do que 30%, fazendo com que Bidini suspeitasse que "os valores de intervalo de confiança devem ter sido extremamente amplos. Portanto, este número em particular está sujeito à muita variação e não tem muito valor".
Outro fato oculto entre os dados informados foi que entre as 740 meninas incluídas no período pós-vacina (de 2007 a 2010), a prevalência dos tipos de HPV de alto risco, não relacionados à vacinatambém caiu muito, de pouco menos de 21% a um pouco mais que 16%. 
Portanto, houve uma queda em geral no HPV de todos os tipos, esteja ele incluído na vacina ou não. Isso indica uma redução na prevalência de HPV que não tem nada a ver com a cobertura da vacina. Além disso, para começar, a administração da vacina foi muito BAIXA.
Em geral, pode-se concluir que houve falhas graves no projeto deste estudo, sejam elas intencionais ou não, levando os pesquisadores a concluir equivocadamente que a eficácia da vacina foi "alta". Está claro que a eficácia da vacina foi qualquer coisa menos alta, já que o grupo não vacinado obteve resultados bem melhores em geral.

Relato de caso de morte por Gardasil confirma a presença de fragmentos de DNA no HPV

No início deste ano, o cientista que descobriu fragmentos de DNA no HPV no sangue de uma jovem que morreu após receber a vacina Gardasil, publicou o relato de caso no periódico de análise por especialistas Advances in Bioscience and Biotechnology. A menina que antes era saudável morreu dormindo seis meses depois de receber a terceira e última dose da vacina contra HPV.
A autópsia completa não revelou nenhuma causa da morte.
Sin Hang Lee do Laboratório Molecular Milford em Connecticut confirmou a presença do DNA gene L1 de HPV-16 no sangue e tecido do baço na autópsia da menina. Esses fragmentos de DNA também se encontram na vacina. Os fragmentos foram protegidos contra degradação devido à firme ligação com o adjuvante de alumínio em partículas usado na vacina.
"A relevância desses fragmentos de DNA no HPV da origem de uma vacina encontrada em materiais de autópsia não está clara e exige mais investigação", afirmou ele.
Lee sugere que a presença de fragmentos de DNA no HPV da origem da vacina possa oferecer uma explicação plausível da alta imunogenicidade da Gardasil, o que quer dizer que a vacina é capaz de provocar uma resposta imunológica exagerada. Ele destaca que a taxa de anafilaxia nas meninas que receberam a Gardasil é muito maior que o normal — segundo os relatórios, de cinco a 20 vezes maior que qualquer outro programa de vacinação escolar!

Vacina contra HPV está associada a riscos graves de saúde, inclusive morte súbita

Diversas mulheres não sabem que a vacina contra HPV Gardasil pode, na verdade, aumentar o risco de câncer do colo do útero. A princípio, essa informação veio diretamente da Merck e foi apresentada ao FDA antes da aprovação. Segundo pesquisa própria da Merck, se você fosse exposto às cepas 16 ou 18 do HPV antes de ter recebido a vacina Gardasil, você poderia aumentar em 44,6% o risco de lesões pré-cancerosas.
Outros problemas de saúde associados à vacina Gardasil incluem distúrbios neurodegenerativos inflamatórios baseados no sistema imunológico, indicando que algo está fazendo com que o sistema reaja em excesso de maneira prejudicial — às vezes fatal.
  • Entre 1º de junho de 2006 e 31 de dezembro de 2008, houve 12.424 eventos adversos relatados após a vacinação com Gardasil, inclusive 32 mortes. As meninas, que tinham em média 18 anos de idade, morreram de dois a 405 dias após a última injeção de Gardasil
  • Entre maio de 2009 e setembro de 2010, foram informadas mais 16 mortes após a vacinação com Gardasil. Nesse mesmo período, houve também 789 relatos de reações adversas "graves" à Gardasil, inclusive 213 casos de deficiência permanente e 25 casos diagnosticados da Síndrome de Guillain-Barré
  • Entre 1º de setembro de 2010 e 15 de setembro de 2011, foram relatadas mais 26 mortes após a vacinação contra HPV
  • Até 13 de maio de 2013, o VAERS(Sistema de Relato de Eventos Adversos Causados por Vacinas) havia recebido 29.686 relatos de eventos adversos após a vacinação contra HPV, incluindo 136 relatos de morte, além de 922 relatos de deficiência e 550 eventos adversos de perigo de morte

Processo judicial revela pagamentos de quase US$ 6 milhões a vítimas lesadas pela vacina contra HPV

No dia 20 de março, o grupo judicial Judicial Watch anunciou que havia recebido documentos do DDHS (Departamento de Saúde e Serviços Humanos) conforme a Lei de Liberdade de Informações (FOIA), revelando que o Programa Nacional de Indenização de Lesões por Vacina havia concedido US$ 5.877.710 a 49 vítimas por danos resultantes da vacina contra HPV.
Segundo o comunicado à imprensa: "No dia 12 de março de 2013, a Administração de Recursos e Serviços à Saúde (HRSA), um departamento do HHS (Departamento americano de saúde e serviços humano), forneceu ao Judicial Watch documentos revelando as seguintes informações:
  • Somente 49 das 200 reivindicações foram indenizadas por lesão ou morte causada pela vacina (contra HPV). Das 49 reivindicações indenizadas, 47 foram por lesões causadas pela vacina (contra HPV). As duas reivindicações adicionais foram devido à morte por causa da vacina.
  • Quase metade (92) do total de 200 reivindicações apresentadas ainda estão pendentes. Dessas reivindicações pendentes, 87 delas contra a vacina (contra HPV) foram apresentadas por lesão. As cinco reivindicações restantes foram apresentadas por morte.
  • Um total de 59 reivindicações foram descartadas pelo Programa de Indenizações de Lesões por Vacina (VICP). As supostas vítimas não receberam indenização pelas reclamações referentes à vacina contra HPV. Das reivindicações descartadas, 57 foram por lesões, 2 foram por mortes supostamente causadas pela vacina contra HPV.
  • O valor concedido às 49 reivindicações indenizadas totalizou US$ 5.877.710.87. Isso significa aproximadamente US$ 120.000 por reivindicação.
Essas novas informações do governo mostram que as graves preocupações com a segurança sobre o uso da vacina Gardasil foram bem fundamentadas", afirmou o presidente da Judicial Watch Tom Fitton. "As autoridades públicas de saúde devem parar de empurrar a Gardasil para as crianças".

Análise de testes da vacina contra HPV concluem que eficácia ainda não foi comprovada

No ano passado, uma análise sistemática10 de testes realizados antes e depois do licenciamento da vacina contra HPV por pesquisadores da Universidade de British Columbia mostrou que a eficácia da vacina não só foi exagerada (através do uso de relatos seletivos ou de dados "selecionados a dedo"), como também não foi comprovada. No resumo da análise do teste clínico, os autores são bem claros:
"Realizamos uma análise sistemática da vacina contra HPV antes e depois dos testes de licenciamento para avaliar sua eficácia e segurança. Descobrimos que o projeto dos testes clínicos da vacina contra HPV e a interpretação de dados dos resultados de eficácia e segurança eram extremamente inadequados.
 Além disso, observamos evidências de relatos seletivos de resultados de testes clínicos (ou seja, a exclusão de números de eficácia da vacina relacionados a subgrupos do estudo nos quais a eficácia talvez fosse menor ou até mesmo negativa em relação às publicações de análise por especialistas).
Levando isso em conta, o otimismo generalizado em relação aos benefícios de longo prazo das vacinas contra HPV parece basear-se em várias suposições não comprovadas (ou que não concordam com as evidências fatuais) e na interpretação errada dos dados disponíveis.
Por exemplo, a alegação de que a vacinação contra HPV causa uma redução aproximada de 70% no câncer do colo do útero é feita apesar do fato de que os dados de testes clínicos não tenham demonstrado até agora que as vacinas realmente tenham prevenido um só caso de câncer do colo do útero (quanto mais de morte por esse tipo de câncer ) nem que as extrapolações baseadas em marcadores extremamente otimistas tenham sido justificadas.
Da mesma forma, a ideia de que as vacinas contra HPV têm um perfil de segurança impressionante é respaldada apenas por um projeto repleto de falhas de testes de segurança e é contrária ao acúmulo de evidências provenientes de bancos de dados de controle de segurança das vacinas e relatos de caso que continuam vinculando a vacinação contra HPV a graves resultados adversos (inclusive morte e deficiências permanentes).
Sendo assim, concluímos que a redução maior nos casos de câncer do colo do útero pode ser obtida com a otimização do exame do colo do útero (que não contém riscos) e o enfoque em outros fatores da doença em vez de contar com vacinas de eficácia e segurança questionáveis". [A ênfase é minha]

Converse com sua filha sobre HPV e Gardasil

Existem maneiras melhores de você se proteger ou proteger sua filha contra o câncer do que fazer as vacinas Gardasil ou Cervarix, e é importante que sua filha saiba disso. Mais de 90% das infecções por HPV são eliminadas sozinhas no período de dois anos, portanto, manter o sistema imunológico forte é muito mais importante do que receber a vacina.
Além disso, a infecção por HPV é contraída através da relação sexual e pesquisas mostram que o uso de preservativos pode reduzir o risco da infecção em até 70%, sendo muito mais eficaz do que a vacina contra HPV. Como a infecção é transmitida sexualmente, o risco de contraí-la pode ser amplamente diminuído com opções de estilo de vida, inclusive a abstinência.
Além disso, existem também fatores de alto risco de infecção crônica por HPV, tais como o tabagismo, infecção conjunta com herpes, clamídia ou HIV e uso de métodos anticoncepcionais por longo prazo. As mulheres infectadas cronicamente com HPV por muitos anos, que não identificam e tratam imediatamente as lesões cervicais pré-cancerosas, podem desenvolver câncer do colo do útero e morrer.
É importante lembrar que mesmo que sejam vacinadas, as meninas e mulheres adultas devem fazer o exame de Papanicolau com determinada periodicidade anual para verificar se há alterações no colo do útero indicando lesões pré-cancerosas, pois há pouca garantia de que as vacinas Gardasil e Cervarix são capazes de evitar o câncer do colo do útero.
Depois do exame de Papanicolau ter virado parte da rotina de saúde da mulher americana na década de 60, os casos de câncer do colo do útero nos Estados Unidos caíram 74% e o exame de Papanicolau periódico é recomendado para as mulheres que recebem a vacina contra HPV.

Por que devemos proteger as isenções de vacina

Não há dúvidas de que estamos precisando urgentemente de uma análise da segurança das vacinas nos Estados Unidos. A questão qualidade simplesmente foi deixada de lado. E pouquíssimas recomendações de vacina, que sustentam as regras estaduais de vacinação, apresentam firme embasamento científico. Seu direito de isenção de vacina também está cada vez mais ameaçado.
Considerando que as vacinas contra HPV ainda não foram comprovadas como seguras e eficazes, seria prudente permitir que os médicos deem as vacinas Gardasil ou Cervarix a uma criança menor de idade sem informar os pais e obter seu consentimento? Como os pais devem verificar sinais de reação à vacina em suas filhas se eles nem sabem se elas foram vacinadas? Isso é absolutamente repreensível.
Eu não poderia ser mais enfático sobre o quanto é importante envolver-se e defender seu direito de exercer o consentimento informado à vacinação, bem como proteger seu direito legal de obter isenções de vacinas médicas e não médicas. Isso não significa que você deve excluir todas as vacinas caso decida dar uma ou mais vacinas à sua filha.
A questão é que TODOS devem ter o direito de avaliar os possíveis benefícios e riscos reais de qualquer produto farmacêutico, inclusive vacinas, e optar por não dar a vacina que achem desnecessária ou que não seja do melhor interesse para a saúde da criança.
Toda criança é diferente e tem um histórico médico pessoal e familiar que pode incluir diversas alergias ou doenças autoimunes e distúrbios neurológicos que poderiam aumentar os riscos da vacinação.

Referências

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2 Journal of Infectious Diseases 2013 Aug;208(3):385-93
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11 New England Journal of Medicine 2006; 354:2645-2654
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